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Tuesday, March 29th, 2005
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12:24 pm - De olho no futuro...
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Poucas pessoas vão colocar os olhos nisso, acho que meus raros amigos e os mais curiosos em geral... não ligo... o rafa eu sei que provavelmente vai ler, se tiver paciência, claro... Sabe, tava pensando no que minha vida se transformou, hoje eu sou um cara mais feliz em muitos aspectos, muitos mesmo. Perdi algumas coisas bem importantes no decorrer do tempo, não sentimento, não sensação, falo de coisas ou pessoas que posso tocar, ou podia... De qualquer forma isso serviu apenas para me engrandecer a existência... Muitas vezes eu sinto saudades de algumas pessoas que me faziam sorrir, momentos nos quais fui muito feliz e outras pequenas coisas, pequenas mesmo, às vezes um gesto, outras vezes mesmo algo físico que me servisse de brinquedo, de qualquer forma ainda preciso melhorar muito... Mesmo estando bem sob muitos aspectos, não consigo me sentir satisfeito, me sinto criado para querer mais, algumas vezes é impulsivo, uma sensação louca que me leva a buscar sem pensar, me sinto impelido a tentar controlar isso. Afinal, o lado ruim da inconsequência é bem maior que o lado bom... Não sei se vcs (?) sabem, mas leio bastante, e me acho muito eclético, embora eu esteja inclinado a discriminar algumas obras ou segmentos das mesmas... Da mesma forma acontece com a música, mas este é um assunto que abordarei em outra oportunidade... Sempre fui um apaixonado pela cultura oriental, especialmente a japonesa, e quando falo de cultura me refiro à história, folclore, mítico e lendário, não a essa tsunami (!) de mídia que hoje está determinando os rumos do mercado de entretenimento (não excluíndo tudo, claro, existem obras de arte como akira)... Amo sob quaisquer aspectos as histórias que narram as vidas e obras de grandes samurais, que enfrentavam o mundo e suas vicissitudes com base em sua formação belicosa, disso criaram uma filosofia única que ordena hoje em dia o mercado que mais movimenta dinheiro no mundo, o publicitário. Pois baseado nesse amor e admiração eu vou atrás da unificação do espírito e do aço, me proporcionando um auto-controle maior permitindo-me, assim, segurar o ímpeto que me move diversas vezes.
Tornando-me uma pessoa evoluída.
Assim continuarei minha busca pelo melhor de mim.
Meu Bushi.

Esse desenho de minha autoria representa um pouco do que eu fui. Dá vontade de voltar a desenhar. ...
current mood: cheerful current music: the Chemical Brothers - The Big Jump
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| Monday, March 28th, 2005
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9:39 am - haiku
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Hoje, exatamente um ano após meu último post oficial, retornei. E sou uma nova pessoa. Pelo menos me considero assim... Passei por um período conturbado em minha vida, claro que nada em comparação ao que algumas pessoas passam, mas foi um momento difícil pra mim, então recomecei a andar, passo após passo, me permiti aprender a ser um novo homem. Pois aqui estou. Continuo tudo aquilo o que eu fui de forma melhor. Isso pra mim é ser diferente.

Aço em riste Ofegante respiração A amarela folha se faz presente Causando profundo corte
current mood: calm current music: Adriana Calcanhoto - Esquadros
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| Sunday, March 28th, 2004
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7:09 pm - Gray Fox
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Oi, faz tempo né! To só dando uma passad mesmo, minhas horas livres em casa ultimamente têm sido preenchidas com o antigo, mas ótimo Metal Gear Solid, to me preparando pra jogar o 2 depois que toda a loucura tiver passado. []'s

Faz o teste se curtir o game.
current mood: worried current music: Within Temptation - Our Farewell
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| Wednesday, February 18th, 2004
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9:30 am - ...
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É como se faltasse um pedaço enorme.
.:miss:.
current mood: melancholy current music: Agathodaimon - Banner of Blasphemy
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| Tuesday, February 17th, 2004
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12:07 pm - A Segunda Parte do Crepúsculo.
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Joranne estava de pé sobre a margem do rio Cânidas, já se haviam passado dois bastões de tempo da hora marcada, então a bela mulher-demônio começara a pensar que o condutor jamais retornaria, ou pior, que Lúcifer fora novamente traído. Virou-se para trás num repente de percepção e pôde distinguir sob a luz dos archotes uma silhueta familiar, um de seus irmãos, conhecido como "Rompante Furioso" entre os almas menores da cidadela Kaldicuck encontrava-se agachado sobre uma saliencia próxima à margem. - O que queres, cria? - Após dois bastões de tempo - sua voz era o próprio prenúncio da destruição -, o que imaginas, pequena Sangue-Azul? - Estrela-da-manhã mandou-o para descobrir se eu o estava traindo. - Eu naturalmente sabia que tu nunca cometeria tal atrocidade, então... Joranne aguçou seus sentidos quase no mesmo momento em que Kaldicuck arremessou o que restara do corpo para a luz logo a frente dela. Tratava-se de um Disforme, a essência ainda ocupava o receptáculo hominídeo, mas fora congelada sem forma para toda eternidade por Kaldicuck, a criatura jazia imóvel aos pés de Joranne, a carne do receptáculo já apodrecera e se rasgara em alguns pontos, Joranne podia contemplar o inimaginável por trás das fissuras na cútis, seria impensável uma definição já que o que há para ser visto é o vasto negro do caos pré-criação, mas estava congelada, impedida, destruída. - Do que se trata isso - a voz vacilava -, irmão meu? - O que houve com o tratamento formal, pequena Sangue-Azul? Levantou-se relaxadamente e se dirigiu suavemente até o corpo em frente a Joranne, antes olhou para trás como se alguém estivesse a espera-lo. Quando a silhueta tocou a iluminação sobre o corpo do disforme Kaldicuck se revelou um homem magro e alto, usava um longo sobretudo aberto e jogado por sobre os ombros, por baixo sua roupa revelava tiras de couro presas a esmo por argolas agarradas à sua própria pele em sua cintura reposavam os maiores temores de toda a cidadela, as duas "Lâminas de Brannor", uma de cada lado, à direita estava Ímpeto Escaldante, o sabre de fogo e, à esquerda, Toque Congelante explicando o estado do Disforme, demonstrando que nem mesmo eles, fortes, sábios e mais antigos que quaisquer criaturas existentes, poderiam não temê-las. O rosto pernecia semi-coberto por uma tira amarrada sobre o nariz lhe escondendo a boca e o queixo, sua cabeça nua até o epicentro de onde brotava uma volumosa madeixa azulada que lembrava um moicano, mas o que mais lhe era característico apresentava-se aos olhos, existiam apenas as órbitas, nunca houvera pupila, nunca houvera vida, apenas destruição e morte. Joranne tentou não recuar ante a aproximação de Kaldicuck, mas os sabres deviam ser mantidos a uma boa distancia, então ela deu dois passos para trás. - Temerosa, minha irmã? - Precavida. Afinal existe muita... - Traição? O se seguiu fora rápido demais para quaisquer olhos acompanharem, os movimentos graciosos e hábeis beiravam o absurdo pela velocidade com a qual eram realizados, mas Kaldicuck jamais desembainharia um sabre contra Joranne, estavam entrelaçados enquanto cobertos pelo aparentemente infinito sobretudo que esvoaçava a cada movimento confundindo ainda mais qualquer olhar que desejasse perscrutar o que acontecia durante o embate. Ela sentiu que não desejava ataca-la, não destruí-la, procurava no vazio dos olhos dele uma resposta para todas as perguntas, fossem sábias ou estupidas, então disse ele suavente na linguagem que jamais deveria ser falada por qualquer um que residia na cidadela, a língua dos disformes: - Traidora! Os olhos da mulher demônio arregalaram-se, ela queria, desejava rasga-lo, estripa-lo, mas havia algo que não estava em seu lugar, algo que ela não conseguia entender, como se... - O que queres dizer com isso, Rompante Furioso? Mas ele apenas sorriu alto enquanto girava Joranne em volta de si próprio colocando-a de costas para ele para segurar-lhe os pescoço, então ela viu. Foi breve e embaçado mas ela viu o diabrete. O golpe foi furioso e logo Kaldicuck caia como um felino próximo à saliencia onde esteve ainda pouco, por um breve instante Joranne podia ter jurado ter visto pupilas flutuarem furiosamente pelas órbitas de Kaldicuck, mas seria impossível, então desapareceram de sua visão e ela voltou a si. Outra fração de segundo e Kaldicuck caira no chão após ferir-se enquanto estava agachado e uma luz de compreensão transpassou seu rosto, andou suavemente até Kaldicuck que se contorcia. Mas e as pupilas que jurara ver assistir ainda pouco? Tolice. A poucos metros uma embarcação que lembrava uma gôndola veneziana se aproximava sobre ela de pé com o longo bastão de locomoção nas mãos estava aquele que a qualquer lugar atingia, o Condutor, à sua frente jazia definhando um meio-demônio comum, parecia morto mas sua essência ainda possuía uma fagulha acesa para denotar que ainda existia neste plano. Tranquilamente a embarcaçãoparou próxima à margem e o espírito de agouro, mesmo para demônios, conhecido como Condutor levitou sobre as águas e posou sem ruídos sobre a margem, fitava Joranne. Ela não o vira em momento algum, mas sabia que estava ali. A bela mulher-demônio levantou aquele que fora criado do mesmo sangue que o dela dizendo agora na língua jamais falada - Não podes tu me tocar com tuas espadas, mesmo sangue, triunfo meu, agora se vá, ferido de imundice, jamais se intrometa em meus assuntos contra o pai novamente, esqueça-te do ocorrido, pois se houver uma próxima vez tornarei-me pária para meu pai - virou-se em direção ao alto vulto negro ereto de costas para o barcoe arremessou seu irmão aos pés da criatura. - Leve-o para a nova e eterna morada de meu pai, deixe-o lá e passe esta mensagem a Estrela-da-manhã: "Guarde-me em um dos compartimentos da mente óctupla, mas não com zelo demais". Balanaçou os olhos em direção do corpo arfante prostado no barco e em seu irmão uma última vez meneando a cabeça, catou o corpo do disforme, colocou-o sobre os ombros e partiu em direção à cidadela. Sentiu o diabrete se desmaterializar e confirmou suas suspeitas de que era um espião, conseguira ludibria-lo juntamente com seu irmão, então ela voltou seu rosto em direção ao Condutor que ainda a observava e deu-lhe uma piscadela.
p.s. fiquei com um pouco de preguiça de colocar as legendas de algumas coisas, talvez eu coloque depois, espero que gostem se tiverem dúvidas me perguntem com um comment ou mandem mail pr dervampir@hotmail.com , caso não tenham lido a primeira parte, ela se chama Crepúsculo e está no meu DJ, hugs e desculpas por quaisquer erros, tb fiquei com preguiça de fazer uma correção.
current mood: apathetic current music: Tiamat - As Long as You are Mine
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| Monday, February 16th, 2004
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10:24 am
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Pouca coisa pra fazer, agonia, tava lendo algumas coisas antigas que às vezes guardo, uma delas possui muitas coisas que eu gostaria de dizer agora, mas o fato de me desvencilhar de algo tão forte... me assusta...
Meus pensamentos voavam... Eu fiquei pensando se servia de peão para um dos maiores dilemas do homem, "a razão ou o coração", aqui a ambivalência se mostra além de qualquer entendimento e seja quem for, mesmo os mais gelados, sente-se abandonado dentro de si mesmo. Acho que funciona como um quarto sem porta, um local de onde não temos como escapar, só que de forma contrária. É um quarto sim, mas existe uma porta para cada parede, são saídas demais para que simplesmente se escolha uma. Mas não... Eu não sou uma peça, não de um dilema "criado" pelo homem, a mão que me guia é a do destino, ela me levou a você de uma forma inusitada, intensa, cheia de bocas, olhos e mãos. Agora ela te leva, não sei para onde e não sei porquê, mas eu acabo por permitir. Uma vez mais preciso me bastar... Olhar para meu reflexo desperta uma dor aguda, minha mente se esforça para contê-la, mas meu sentidos fraquejam ao menor sinal dela, qualquer minuto parado transforma-se em mil anos de saudades e qualquer metro de distância converte-se em milhares de quilômetros de separação, isso machuca de forma gradativa. Espero que você realmente saiba que meu centro nada mais é o que sinto, estou sem equilíbrio. Preciso reencontra-lo... Não em nós dois, mas em todas as outras coisas que importam, pessoas que precisam de mim, que gostam de mim, que confiam em mim, naquilo que necessita ser feito e no sorriso imortal que faz de mim o que sou. Sim, eu renuncio ao que sinto para que você possa continuar, pois meu íntimo me dá a certeza de que isso vai acabar acontecendo, para que eu possa me achar em meio a toda essa bagunça, erguer minha cabeça novamente e declarar que sou dono de mim mesmo outra vez, olhar para todo mundo, inclusive você, sem ter pena de mim mesmo.
"O jardim está destruído. Mas não importa. As pedras não estão mortas." (Blackthorne)
current mood: worried current music: My Dying Bride - For My Fallen Angel
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| Saturday, February 14th, 2004
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8:11 am - What do you Need for Speed?
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Depois de um bom tempo estou de volta, to fugindo da ociosidade, cheio de problemas eu vou ocupando minha cabeça com tudo o que posso, ultimamente tenho jogado Need for Speed: Underground, uma versão atual do clássico Need for Speed que começou como um jogo de corridas em pistas de rua (depois jogadas para pistas próprias para corrida e, mais tarde, retornando para a rua) com carrões como Lambourguinis, Ferraris e Porshes, lembro-me de uma Lotus Spirit no terceiro jogo da série, nem parece que foi há muito tempo, pois é, foi. As coisas evoluiram muito quando o tema é "Jogos Eletrônicos" (nunca me esquecerei de Pitfall e River Raid, abençoado seja o Atari 2600), hoje em dia as coisas tornaram-se burlescamente reais (ou irreais dependendo do tema), no quesito simulador de corridas a coisa toda ficou nababesca, é quase como se você assistisse a corridas de verdade, os bólidos são estupidamente reais, tudo graças à tecnologia 3D e suas malhas perfeitas de renderização, tudo programável em OpenGl, resumindo: "FICOU SUPER FODA!", o mundo dos simuladores de corrida hoje em dia é dividido em dois hemisférios como a terra, um representado por Need for Speed (que sempre deteve as marcas e o carros mais rápidos) e o outro representado respeitosamente por Gran Turismo, o progenitor do realismo nos jogos de corridas, com digitalização à beira da perfeição o jogo chamou muito a atenção, mas o fato de poder alterar o carro ao bel-prazer do jogador foi a grande pegada. Gran Turismo estava um passo à frente de Need for Speed, que mesmo com grandes marcas e belonaves que eram sonhos de consumo não conseguiu bater o sistema de Gran Turismo, onde você acumulava dinheiro para equipar um dos seus muitos carrinhos (o conceito de garagem em jogo existe em gt, outra coisa onde nfs perde feio, pois lá vc só possui um único carro). Mas o que fazer? Afinal GT estava acabando com o mercado de NFS e os gráficos estavam atingindo uma perfeição soberba, era investir ou desistir, veio então Need For Speed: Hot Pursuit onde você além de coorer contra outros carros em altíssima velocidade ainda tem que escapar de uma polícia incrivelmente eficiente, é novidade, mas não foi o suficiente para aplacar o sucesso de GT, então eles forçaram a barra em Hot Pursuit 2, perfeito, lindo, com cameras executando long shots e outros acessórios como eye 360 e vision ahead, muito fudido, mas ainda faltava alguma coisa. E essa coisa veio.
É lançado Need For Speed: Underground, se você assistiu Fast and Furious e amou, esse é o seu jogo de corridas, baseado na cultura dos street racers americamos com algumas pequenas alterações, claro, o jogo conta com (quase) tudo, apaixona pela versatilidade, pelo número de opções, pelo visual irado, pela jogabilidade e, pelo amor de Deus, pela sensação de velocidade, eu nunca havia experimentado essa noção em vídeo game, é simplesmente P-E-R-F-E-I-T-O, mas como nada é perfeito ":~", no jogo não existe o conceito de garagem, o jogador pode possuir apenas um carro por vez quando joga no underground, todos os carros soh estão disponíveis pra utilização no modo quick race, e mesmo assim você precisa ter terminado o modo underground e possuir reputation 5 pra liberar tudo mesmo! De qualquer forma é muito foda, to amando cada segundo que passo jogando, mesmo que sejam escassos, tempo livre hoje em dia é difícil, mas que vá! To querendo pegar o Gran Turismo 3 pra PS2, to meio ansioso, eu confesso, tenho visto algumas coisas sobre ele na net, mas ainda não tive oportunidade, quando a tiver de joga-lo bastante para fazer uma boa avaliação, falo aqui. []'s
current mood: pensive current music: Opeth - To Bid You Farewell
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| Friday, January 23rd, 2004
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8:17 am - Oi de novo...
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Só passei pra dizer oi e pr dizer que espero que as coisas dêem certo e melhorem, certo ric...??
current mood: okay current music: The Cramberries - Ode to my Family
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| Monday, January 12th, 2004
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11:23 am - Fragmentos
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- Acho que se algum dia houver uma última tarde ela será como a que se foi há pouco, pude contemplar o entardecer em todo o seu esplendor enquanto prescrutava o sono daquela que um dia fora a minha noiva. Ela se chamava Liade, hoje a conhecem como Lisandra, acho que é provável que ela não me reconheça mais, ou talvez não o queira, afinal sou responsável pelo estado atual dela... - Liade se tornou um Vampiro¹. - Agora estou sentado sobre este galho, mas apenas porque não desejo que ela me veja, antes estava sentado ao lado de sua cama vigiando seu sono imortal, sua pureza pálida sem máculas, me torturando e criando falsas esperanças de um dia estarmos juntos novamente. Claro que isso não possível, não mais. - Permita-me contar a história, serei breve. - Vamos descer, ela já virou a esquina. Pois bem, eu deveria estar no lugar de Liade, eu deveria ter sido transformado, mas fui fraco, no último instante não pude me voltar contra todo o amor que sentia por ela. Não pude mata-la. Isso iria satisfazer o ego de Tritão, aquele que seria meu progenitor, segundo ele a morte daquela a quem dedico minha vida seria a melhor confirmação de minha lealdade enquanto mortal, selando minha travessia rumo à mudança negra, mas eu não pude. - Talvez você já tenha adivinhado o quem vem a seguir. Em punição ele a transformou com o sangue de todo um círculo², por isso ela ainda ainda está confusa em relação a sua vida mortal, quanto mais misturado for o sangue da transmutação mais humanidade é perdida, soube de fontes seguras que após a destruição de Tritão, seu círculo pessoal passou a alimenta-la semanalmente com coqueteis de sangue misturado, eu a tenho seguido por semanas, mas preciso mudar de informantes, pois ela ainda não deu vestígios de que meus contatos tenham dito a verdade. Às vezes tenho vontade de toca-la durante os dias, enquanto ela dorme, mas temo que seu instinto esteja mais forte com os tais coqueteis, temo que ela desperte e não permita que eu escape, não sei em que estado Liade se encontra, seus poderes, sua evolução desde a mudança, e agora com os supostos coqueteis periódicos. Ainda consigo me lembrar dos olhos dela quando Tritão a pegou, apesar de baixo era atarracado e, dificilmente, um Vampiro é fisicamente fraco, seu instinto de sobrevivência natural faz dele um monstro em corpo e mente, eu estava preso, seguro pelos fortes braços dos membros do círculo, assisti incapaz à possessão, a morte e ao renascimento da mulher a quem amei com toda a capacidade que me foi presenteada pela criação, e antes que você pergunte, Deus não tem nada a ver com a minha vida, com a minha história, mas... - Ei, aquele saindo da casa de Liade, é um dos membros do círculo de Tritão, e tem outro saindo. - Quer dizer que todo o tempo Liade tem estado morando na casa onde o círculo se reúne. A entreda para o covil deve ser muito bem escondida, pois estive por dias e não percebi nada. Obrigado, nosso atraso nos rendeu uma informação valiosa, agora vamos, destruirei aqueles que ainda não deixaram a casa assim como o fiz com Tritão, você permanece ao meu la... - Armas comuns não adiantam com essas criaturas, tente não pensar como amador e me veja trabalhar, guarde isso e me siga. +CLICK+ - A pistola não é pra eles, Gerard. Lisandra manda lembraças.
Game Over...
¹ A designação não possui uma forma feminina para a criatura mítica, utiliza-se Vampiro tanto para o masculino como para o feminino. ² Termo utilizado para referência aos grupos fechados de Vampiros, impossível de entrar, impossível de sair, as várias crias de um mesmo Vampiro geralmente montam seus grupo em um círculo familiar.
p.s a imagem é um quadro de 1893 e se chama "the vampire", eu gostria de saber quem foi (ou quem é rs) o artista, caso alguém saiba (ou conheça pessoalmente rs), não se acanhe e me diga.
current mood: weird current music: Lacrimosa - Der Vampir des eigenen Herzens
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10:22 am
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Arrancaram de mim a parte mais importante da minha vida. Eu cuidava dela. Ficava próximo mesmo distante. Espero que esteja contente? Edificaste minha ruína.
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| Saturday, January 10th, 2004
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7:09 am - Crespúsculo
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- DE PÉ - vociferou Lúcifer, - VAGABUNDA. Joranne se levantou com dificuldade, seus joelhos quase não suportavam o peso do próprio corpo, ela se segurou em uma dobra do manto de uma das figuras "vivas" que saltavam esculpidas na parede, seu sangue azul escorria por todo o rosto e sua pele ardia enfeitada por escoriações e hematomas, a cria era agora apenas a sombra do que fora um dia, mas estava de pé como seu progenitor havia ordenado, pronta para satisfazer-lhe as vontades, talvez não como outrora o fizera, mas esse ainda era o propósito de sua existência. - Você está perdendo a manha, Joranne - falou malicioso o anjo caído. Sem asas e recluso ao salão do inferno humano, Lúcifer sentou-se sobre seu "trono" composto dos corpos das esculturas em alto-relevo da parede, que sempre se precipitavam para apara-lo quando ele fazia menção de que desejava sentar-se. O Estrela-da-Manhã¹ construíra este salão depositanto nele todo o terror que a palavra inferno transmite aos mortais, por todos os lados formas humanóides demonstram o sofrimento e a expiação eterna sempre vigiados pela figura do demônio com cara de bode e imensos chifres espiralados, todos se moviam como se possuíssem essência, mas nada passava de magia, a cidadela das oito torres² era bem diferente daquilo e Lúcifer já não era mais seu senhor, enganado pelos trigêmeos de Kalinnor, perdera suas asas e fora selado dentro do salão, mas mesmo traído e enfraquecido, ainda possuía servos fieis que, com algum esforço e um pouco de magia do epicentro, entravam desapercebidos no salão, Joranne é um deles. - Mesmo assim ainda persisto em meu propósito de criação, pai - replicou Joranne com ar entristecido evitando suas dores. Joranne fora a principal criatura de acompanhamento de elite criada por Estrela-da-Manhã, conhecidos como Sangue-Azul pela coloração de seu sangue, essa em especial fora gerada pela mistura da essência de uma égua selvagem puro-sangue e o próprio sangue prateado de Lúcifer, era um demônio de luxúria, tentação e violência quase inigualáveis em toda a cidadela, pelo menos até o retorno dos Disformes³. Tinha as formas de uma mortal de beleza assombrosa, os cabelos negros ressaltavam os olhos amarelos quase viperinos, mas agora não impressionava, alguém havia maculado sua aparência, alguém havia machucado a Sangue-Azul preferida de Estrela-da-Manhã, alguém pagaria pelo insulto. - Não és mais digna de me prestar favores sexuais, - disse Lúcifer, - tua beleza está manchada. Agora eu gostaria de saber quem foi o responsável poreste serviço para poder conceder-lhe um trabalho à altura do feito. - Foi um disforme, pai - disse Joranne chorosa. - Vai ser um pouco mais difícil do que pensei, de qualquer forma trouxeste o que te pedi? - Sim. - Ótimo.
Continua...
¹ Designação gerada a partir de Portador da Luz - Lúcifer. ² Cidadela dos oito círculos, cada círculo é regida pelo senhor de sua respectiva torre, Lúcifer já fora o senhor da oitava, a mais alta e única que toca o plano mortal. ³ Estirpe de demônios que antecedem à criação, não possuem forma podendo assumir o corpo de alguém desde que tenham consumido a alma presa no receptáculo, eles são mais fortes que um mortal e menos que um anjo da cidade de prata, embora sejam bastante espertos.
current mood: okay current music: Lacrimosa - Day Of Tears
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| Tuesday, December 30th, 2003
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10:53 am - Stop...
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Vou dar um tempo dessa porra desse Deadjournal... Que se foda...

Não sei quando.... não sei mesmo nem se volto...
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| Monday, December 29th, 2003
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9:38 am - Expelliarmus!!!!!!
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Cansei de todo mundo falar sobre LotR, Peter Jackson deixou um monte de brechas e todo mundo é viciado em uma coisa que foi escrita nos anos 30 e antes da porra do cinema nem sabiam que existia, tenho saudades da época em que eu lia e conversava sobre com meus amigos rpgistas e nós endeusávamos Tolkien, ninguém sabia de nada, hoje a gente olha um monte de gente falando (fluentemente!) Quênia por que fizeram cursos na internet (pai!), fora outras coisas, o que o cinema não faz. Pois é, embalado nesse tema é que eu vou falar sobre o bruxinho mais gente boa da parada: Harry Potter, sou apaixonado pela narrativa de Rowling, a mulher é um gênio, ela escreveu de forma simplória para bom entendimento das crianças (sou uma eterna) e à medida que foi escrevendo as continuações, foi evoluindo gradativamente vernáculo e narrativa baseando-se em seu público alvo, mas é importante ressaltar que desde o primeiro livro (Harry Potter e a Pedra Filosofal) as fontes culturais que Rowling utiliza são as mais impressionantes possíveis, e não é qualquer um que percebe, são coisas sutis com embasamento histórico e cultural diversificado, ela vai desde a saga do herói até peculiaridades da mitologia grega, e ela utiliza para tudo, nomes, fatos, previsões, etc. Como eu disse: "Rowling é um gênio", isso já rendeu um verdadeiro império a ela que hoje é a mulher mais rica do mundo, chega a ganhar 8 vezes mais que a rainha da inglaterra por ano, está investindo pesado em mídia levando Harry aos cinemas já que não ficou completamente satisfeita com as duas primeiras produções e quer algo a altura do fenômeno Potter, o terceiro filme da série está prometido para o verão de 2004 e trará a história do terceito livro (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban) que na minha opinião foi o melhor livro da série, que passou a demonstrar possuir um lado verdadeiramente sombrio a partir deste ponto. Recentemente (nem tanto) Rowling lançou o quinto livro da série (Harry Potter e a Ordem da Fênix), eu o li há poucos dias e confesso: é muito bom mesmo, a autora ferra com a gente, você passa grande parte do livro ansioso com mil coisas, espera mil coisas e no final das contas "eu não conto pra não estragar a leitura de ninguém" (rs), mas uma coisa é certa no quinto livro, e aplaudo Rowling por isso, ela humanizou mais ainda o Harry, foda foi que ela o colocou em nossos lugares retirando-lhe a condição de herói, ele sente como nós e chega a sentir coisas que nós não admitimos que passa por nossas cabeças, coisas simples como a inveja de um amigo, coisas que quase ninguém assume, dentre outras coisas, acho que Harry se torna um pouco mais adulto no quinto livro, fora que a narrativa está bem mais evoluída, cheguei a comentar com o ric que eu achava que ela tava usando assessores literários, recomendo a todo mundo qualquer um dos livros, são todos muitos bons e muito simples, qualquer pode ler e gostar. Eu to aqui a espera do sexto livro me perguntando se Rowling o está escrevendo, enquanto isso vou crescendo e evoluíndo com Harry, pois, apesar de ter 24 anos, minha idade mental insiste em continuar sendo 15, mas não tenho nada do que reclamar quanto a isso.
ps. caso alguém ainda não tenha lido "Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei" e vai cometer o estúpido ato de não ler se justificando com a existência do filme, gostaria de dar um recadinho antes que a ela recaia o pensamento de vai existir um quarto filme já que na telona Saruman sobreviveu, não vai haver mais nenhum filme sobre essa saga, Saruman morre assassinado por Gríma Língua de Cobra no Condado dos Hobbits depois de tentar usurpa-lo ao lado do seu comparsa, como aconteceu não vou contar, leiam. :)
current mood: lazy current music: Enya - Celtic Melt
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| Tuesday, December 23rd, 2003
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4:43 pm - More Vampires.................................
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Pois é, ontem aeu assisti ao Clã dos Vampiros (Vampire Clan), acho que foi uma das coisas mais previsíveis na qual coloquei os olhos durante o ano de 2003, olhando para a capa (não se deve julgar pela capa, eu sei, mas isso é filme, não livro) eu saquei o filme inteiro na mesma hora, baseado em fatos "duvidosamente" reais ele narra a história de um grupo de jovens em busca da imortalidade prometida pelo líder através do vampirismo, mas no meio do caminho eles se metem em uma enrrascada (assassínio) e isso acaba levando-os para a prisão, bobagem interessante por alguns aspectos. Tipo, existe uma breve citação de uma cd intro de uma banda pouco conhecida (Abazagorath - Calling the Spirits of the Dead [banda e música]) feita por um dos personagens do filme onde ele fala: "Open The Gates, Dark Master, Open The Gates", a intro é praticamente igual, outra coisa, dentro do ramo do vampirismo, ou filme é muito amador ou isso fora feito de propósito (o que eu acho mais provável), é muito simples de se perceber de onde o autor tirou inspiração para compor o "Aspirante a Vampiro" Rod, ele, dentro de seus devaneios (não esclarecidos ao término da obra) faz algumas alusões vampíricas e satânicas bastante difundidas nos meios literário e cinematográfico (para efeito de ficção), tais como: citação da missa negra dos satanistas, a perseguição da imaculada, nova orleans como centro dos vampiros e outras coisinhas mais, julgo ter sido proposital, tipo, para dar um background decente a um garoto que quer ser imortal (deja vu!) e enxergar na lenda dos vampiros a possibilidade para tal, mas como todos os covardes, leva consigo um grupo de "nadas na cabeça" usando uma lábia terrível para persuadir e intimidar, dentre outras coisas... Sabem como sou eu... pra mim sempre vale à pena assistir... Espero que gostem... Eu não gostei...
ps. preferi a imagem do belo Lestat (na pele de tom cruise) a uma do filme em si, pois pelo menos uma coisa deve ser respeitada neste post. :)
current mood: okay current music: Abazagorath - Tenebrarum Cadent Exsurgemus - 01 - Calling the Spirits of the Dead
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| Monday, December 22nd, 2003
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3:31 pm - O Estrela-da-Manhã...
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Cara, to apaixonado pela série "A Casa sem Janelas" quem minha namoradinha me deu de natal, onde Lúcifer (o próprio) vai em busca de suas asas pelo "não-mundo" enquanto tenta segurar um portal para o vazio dentro da Lux (o John Constantine faz uma aparição especial), pow, acabei de descobrir que Lúcifer é mais do que apenas protagonista desta série, ele tem revista própria, escrita pelo Gaiman (fodasso!), to querendo pacas, as histórias são tão boas que me trouxeram inspiração pra narrar novamente, mas nada de Hein-Hagen, to pensando em coisa nacional, tipo trevas, muitos demônios, muito terror, mistério, romance, sexo e cotidiano (não necessariamente nesta ordem), mas pow, deu uma vontade do caralho de voltar a narrar, lembrei de alguns jogos, algumas situações, era bom, o foda vai ser encontrar um grupo decente pra enfrentar uma narrativa dessa magnitude já que eu só narro rpg pra maiores de 18, prefiro jogadores maiores de idade, responsáveis por seus atos, pessoas de quem não preciso cuidar para evitar colapsos entre o real e o fictício, esse tipo de coisa pela qual um dia todo bom narrador passa (não sou falso-modesto não, sou bom mesmo), aqui é meio pobre de jogadores decentes, talvez Bruno, Rodrigo Raposo, ainda não sei, eita, quase esqueci, tem arrumar tempo também, argh!
ps. caso alguém tenha e queira se livrar de revistas linha vertigo como Hellblazer e Lúcifer, estou aberto a negociações, mas sejam carinhosos...
current mood: working current music: My Dying Bride - The Grief Of Age
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10:01 am - Bela Lugosi's dead...
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Meu, todo mundo sabe que sou um aficcionado por vampirismo, nunca foi segredo, ontem estava eu em casa após o torneio da imperium assistindo a um dos filmes gravados recentemente sobre a maravilhosa, mas abatida, lenda de Vlad Tippish (como é escrito o nome de batismo em romeno) neto de "Mircea O Grande", filho mais novo de Vlad dos Dracul (dragão ou demônio em romeno) e príncipe da Wallachia (romeno tb), como tomou posto dos irmãos como herdeiro, acabou por se tornar um Draculea e o resto da história acho que vocês conhecem, pelo menos o básico que todos sabem. Pois é estava assistindo o filminho enjoadinho, previsível demais, mas coisas sobre lendas vampíricas sempre são interessantes, desde os antigos filmes que eternizaram Bela Lugosi e Christopher Lee no cinema como o Conde-Vampiro-sangue-suga-do-caralho-de-asa-dos-infernos, alguns fãs mais adorosos dizem que Bela Lugosi se tratava do próprio Draculea vivendo a si próprio no cinema. Meu, que coisa mais mundo da fantasia! Mas uma coisa é bem verdade, muita gente diz que desde Interview with the Vampire (best seller de Anne Rice que "recriou" o tema vampirismo nos anos oitenta) o assunto "vampiros" anda em baixa, impressionante é que ainda continuam a investir no tema, essa semana mesmo chegou na house vídeo o "Clan dos Vampiros", eu certamente vou assistir, to sempre de olho, mesmo as produções mais fundo-de-quintal eu sempre procuro, já assisti um filme onde o próprio Stan Lee (todo poderoso da Marvel Comics) era o Vampiro chefe, não saia de dentro da escuridão de uma porra de barco e só se alimentava dos corações das vítimas que seus capangas traziam pr ele, o filme acaba de repente e você fica meio com cara de idiota porque não saca nada de porra nenhuma, e a merda do filme nem é filosófico nem caralho nenhum, só é nada a ver. Ah meu, nem sei se vampiros existem, eu gostaria que sim, são criaturas incríveis pra quem já as estudou (falo teoricamente), desde o seu comportamento, passando por sua história e terminando em sua fisiologia. Tenho quase certeza de que ninguém parou e se perguntou porque a pele do vampiro queima em contato com a luz solar, ou porque o corpo do vampiro é resistente, ou porque eles são fortes, exergam melhor que nós ou quaisquer outras caracte´risticas físicas semelhantes às dos homens como nós (não acreditem que vampiros se transformam em bichos), sei que vocês preferem limpar suas cabeças dessas perguntas inúteis com uma explicação aceitável como: "é sobrenatural", por essas e outras que gosto de conversar com góticos, goticistas ou simpatizantes, são pessoas maravilhosas para fugir um pouco do que julgamos ser a realidade para dentro de nossas cabeças e nossos corações onde acreditamos no que gostaríamos que fosse, não naquilo que é. Eu gostaria que os vampiros existissem sim, poderia até não ser um deles, apenas conhecer e conversar por horas seria o suficiente, seria reconfortante saber que o ser humano é presa e não predador, acordar sabendo que não passo de pasto para cavalos puro-sangue selvagens. Onde estaria o controle? Pura Ilusão. Ingenuidade. Odeio ser humano, odeio a vida ser tão curta, a velhice iminente e a morte consequência de incontáveis causas.
Se nasci para viver isso, então por quê não nasci um pássaro, uma águia ou um falcão talvez? Talvez por um único motivo. Amor. Mas quem sabe? Ninguém. Isso sim é triste, mais que a morte prematura até. Até lá eu vivo para amar. Até descobrir. Tudo certo pra você, Naty?
current mood: thoughtful current music: Love is Colder than Death - Love and Solitude
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7:21 am - o sinistro
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| Thursday, December 18th, 2003
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8:49 am - Sob os severos olhos da sabedoria de muitos anos...
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Sabem aquelas cenas que aparecem na tv de pessoas batendo em crianças e idosos? Tipo, tudo bem apanhar quando se é criança, minha mãe me surrava até eu não poder mais ficar de pé quando eu aprontava (e olha que eu aprontava MESMO) e hoje eu to aqui vivo, sou saudável e não tenho traumas, reduções de personalidade ou quaisquer outros pormenores comportamentais, ela estava me impondo limites através da repressão física já que a repressão verbal não funcionava, o respeito através do medo, não é a melhor forma, só é mais rápida, eficiente e comprovada em todo o mundo por milénios (salvas excessões). Crianças tem resistência corporal, estão em desenvolvimento, aguentam o tranco, acho até que faz parte do aprendizado e serve de experiência para a formação do caráter levar pela uma surra na vida. Mas apanhar depois de velho é algo que não admito, me revolta assistir um idoso apanhando, uma pessoa que teve uma vida, que tentou ou construiu algo, é um corpo fragilizado, sem resistência alguma, vive apoiado apenas à espera do derradeiro desfecho imposto pelo destino de qualquer criatura viva. Não sei se é porque fui criado pelos meus avós tenho essa afeição (freudiano demais), mas fico triste cada vez que vejo o desamparo dos velhos, cara, triste mesmo, hoje eu vi uma velhinha pedindo na padaria e deu vontade de chorar, ficava imaginando as coisas pelas quais ela haveria passado em sua vida até chegar nesse ponto, não dizer se é pena que eu sinto, mas me parece que não, sinto tipo um carinho assim, mesmo sem conhecer, acho que pela loucura que tenho pelos meus avós mesmo, de não querer vê-los numa situação dessas nunca, vou lá e tento ajudar como posso, não tinha muita grana e como não costumo dar dinheiro pr ninguém, comprei uns pães e dei, não me sinto melhor com isso, são apenas pães, não vão durar para sempre... Espero que Deus (se ele existir mesmo) seja bom pras pessoas como essa velhinha no momento da última viagem...
...cuide dos seus velhos, lembre-se que um dia eles cuidaram de você...
current mood: sad current music: Apocalyptica - Fade to Black
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| Tuesday, December 16th, 2003
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3:20 pm - Wakarimasu ka?
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| Monday, December 15th, 2003
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3:06 pm - Coisas de Nerd?
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Cara, passei meu final de semana assim, trabalhei no sábado pela manhã, nem almocei, muito normal, e fui pra casa do Dani e, TCHAM, tava lá Neto Cabeça, tempão sem ver o cara, conversamos pacas, inclusive sobre a Imperium (loja de RPG e HQ dele, Érico e Salomão), até ai normal, então fomos para o slz shopping pro torneio de YuGi (ganhei de novo), muito normal de novo, depois fui pra Imperium, super normal como sempre e depois fui pra casa, conversei com a Naty pelo telefone e depois assisti ao filme SIMONE com Al Pacino (enjoativo), aí eu dormi. Já no domingo foi o seguinte, acordei lá pelas 11:00 e liguei pros povo tudo pr saber qual era a de hoje, metade ia fazer concurso do banco do nordeste, outros tavam de castigo em casa e outros (advinhem só?) iam pra Imperium (haha!), tá valendo, a Naty ia almoçar com o pai dela e eu ia mofar na Imperium, não que eu não goste, mas sexo demais enjoa (rs), well, fui lá, passei um tempo assistindo à uma oficina de Mage Knight (só é bom pra quem joga), depois patrocinei Neto no torneio de Magic q teve lá (hahahaha o puto perdeu), tava aziado, Érico não parava de me chamar pr jogar D&D (já foi o tempo), ai então resolvemos jogar Puerto Rico (Elaine, esse jogo é alemão, procura por ai, eu gosto muito), então nos divertimos um pouco e depois jogamos apostando alguns boosters, perdemos eu e Daniel para Neto, depois voltei pra casa e conversei com a Naty... Não vou falar de computadores pq vivo com isso todos os dias, final de semana eu tento me distanciar... Cara... Tipo... Alguém me fala se isso é um fds decente, to com algumas dúvidas......

Mas que merda... ops... Mas que merd...
current mood: nerdy current music: Covenant - Monarch Of The Mighty Dakness
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